
O grupo Hamas afirmou na quinta-feira que não aceita a nova proposta de cessar-fogo e libertação de reféns apresentada pelo enviado dos Estados Unidos, Steve Witkoff, sem algumas alterações
Segundo fontes próximas ao grupo, a proposta favorece mais Israel do que as versões anteriores, e o Hamas sente que foi enganado pela administração dos EUA, pois o acordo não garante o fim definitivo da guerra em Gaza.
De acordo com uma fonte informada, o Hamas acredita que a proposta é muito pró-Israel e não oferece garantias claras de que o cessar-fogo temporário de 60 dias se tornará permanente. Além disso, a proposta exige que todos os reféns sejam libertados em uma semana, o que deixaria o Hamas sem poder de negociação, segundo a fonte. O grupo também reclama que o plano não assegura que Israel não romperá o cessar-fogo unilateralmente, como ocorreu em março.
A proposta de Witkoff inclui a libertação de 10 reféns vivos e os corpos de 18 pessoas, em duas etapas. Em troca, 125 prisioneiros palestinos condenados à prisão perpétua e 1.111 detidos após 7 de outubro seriam libertados, além de um aumento na ajuda humanitária para Gaza. Durante o cessar-fogo de 60 dias, as Forças de Defesa de Israel (IDF) se retirariam de algumas áreas de Gaza, e a ONU ficaria responsável pela distribuição de ajuda humanitária.
Por outro lado, relatórios de jornais como Al-Hadath sugeriram que Hamas e Israel poderiam estar perto de aceitar um cessar-fogo de 60 dias, com o presidente dos EUA, Donald Trump, pronto para anunciar os detalhes. No entanto, tanto Israel quanto o Hamas negaram essas informações. Um oficial israelense disse que Israel não sabe de nenhum acordo do Hamas com a proposta de Witkoff, e a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou que apenas Israel aceitou o plano até o momento. A TV Al-Aqsa, do Hamas, também negou que o grupo tenha aceitado a oferta, dizendo que ainda está analisando o documento.

Um líder do Hamas, Basem Naim, afirmou que a proposta não atende às exigências do grupo e que a liderança está avaliando cuidadosamente sua resposta. Outro representante, Khalil al-Hayya, anunciou que faria uma coletiva de imprensa às 21h30 para falar sobre o assunto.
Segundo fontes, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou às famílias dos reféns israelenses que o país aceitou a proposta de Witkoff, mas deixou claro que isso não significa o fim da guerra em Gaza. Netanyahu também se reuniu com ministros na quinta-feira para discutir o plano.
O documento da proposta, segundo relatos, inclui garantias do presidente Trump para manter o cessar-fogo por 60 dias, com possibilidade de extensão. Metade dos reféns e corpos seria libertada no primeiro dia, e a outra metade no sétimo dia. A ajuda humanitária começaria a chegar a Gaza assim que o Hamas aceitasse o acordo, com a ONU e o Crescente Vermelho coordenando a distribuição. As negociações para um cessar-fogo permanente começariam no primeiro dia, e o Hamas deveria fornecer informações completas sobre os reféns restantes até o décimo dia.
Fontes americanas indicaram otimismo, dizendo que um acordo pode ser alcançado em poucos dias se ambas as partes cederem em alguns pontos. Durante o cessar-fogo, a ajuda humanitária entraria em Gaza por vários meios, e todas as atividades militares israelenses seriam monitoradas desde o início do acordo.
Publicado em 30/05/2025 00h47
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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