
Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos Donald Trump e um de seus principais assessores, apresentou recentemente, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, um plano ousado para reconstruir a Faixa de Gaza após anos de conflito
O projeto, revelado em 22 de janeiro de 2026, durante a cerimônia de assinatura do chamado “Board of Peace” (Conselho da Paz), presidido por Trump, prevê transformar a região devastada pela guerra em um vibrante e moderno destino à beira-mar, com arranha-céus reluzentes, apartamentos em terraços com vista para o mar, uma grande promenade arborizada, porto marítimo e até um aeroporto internacional.
Segundo Kushner, a ideia é aplicar princípios de economia de livre mercado, semelhantes aos defendidos por Trump nos Estados Unidos, para substituir o modelo atual, que depende em grande parte de ajuda humanitária – cerca de 85% da economia de Gaza vinha de entregas de auxílio, algo que ele considera insustentável e que não oferece dignidade nem esperança às pessoas. O plano estima a necessidade de US$ 25 bilhões em investimentos para recuperar a infraestrutura e os serviços públicos destruídos desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023. Em dez anos, a projeção é alcançar um PIB de US$ 10 bilhões na região, com renda média familiar de US$ 13 mil por ano e pleno emprego para todos.
A reconstrução começaria pela cidade de Rafah, no sul, avançando gradualmente para o norte até chegar a Gaza City, sem alternativa caso algo dê errado – “não há plano B”, afirmou Kushner. Ele mostrou imagens conceituais de uma “nova Gaza? e de uma “nova Rafah”, com edifícios modernos, áreas industriais e zonas residenciais, inspiradas em cidades prósperas do Oriente Médio que conseguem erguer empreendimentos desse porte em apenas três anos para abrigar de 2 a 3 milhões de habitantes.
Para que tudo isso aconteça, porém, há uma condição indispensável: a desmilitarização completa do Hamas. Kushner deixou claro que, sem o desarmamento do grupo – começando pela entrega imediata de armas pesadas e, depois, de armas leves em áreas já seguras “, não haverá reconstrução. Terroristas que entregarem as armas poderiam receber anistia, reintegração ou passagem segura, e alguns, após avaliação, poderiam até participar da nova administração. O processo seria liderado por palestinos, com verificação internacional, e só começaria em regiões totalmente desarmadas. Somente depois da desmilitarização em toda a Faixa o exército israelense recuaria para um perímetro de segurança ao redor.
A governança ficaria a cargo do Comitê Nacional para a Administração de Gaza (NCAG), formado por técnicos palestinos independentes, comprometidos com segurança, paz, democracia, justiça e serviços essenciais para a dignidade humana. O Conselho da Paz, sob liderança de Trump, supervisionaria todo o processo, com participação de nações árabes e muçulmanas. Kushner pediu paciência aos críticos, inclusive israelenses que se opõem à eventual participação de países como Turquia ou Catar (acusados de apoiar o Hamas), sugerindo que todos “se acalmem por 30 dias? e deem uma chance ao projeto.
Para ele, o objetivo final é simples e nobre: alcançar a paz entre Israel e o povo palestino, permitindo que todos vivam em tranquilidade e com dignidade. Gaza, na visão de Kushner e de Trump – que chamou a área de “um belo pedaço de propriedade à beira-mar? “, tem potencial para se tornar uma utopia mediterrânea, um lugar de esperança, indústria e prosperidade, onde as pessoas possam realmente prosperar. Ele insiste que o sucesso seria “catastrófico? no bom sentido: avassalador e transformador.
Jared Kushner apresenta plano ambicioso para reconstruir Gaza como um paraíso mediterrâneo#Gaza
– Israel Agora e Sempre (@AgoraIsrael) January 22, 2026
Jared Kushner, genro do presidente Trump e um de seus assessores, apresentou, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, um plano ousado para reconstruir a Faixa de Gaza pic.twitter.com/bzWXLk73YX
Publicado em 22/01/2026 22h20
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
Artigo original:

