As Forças de Defesa de Israel destroem rotas de armas do Hezbollah e eliminam importante contrabandista

Fumaça e faíscas sobem do local de um ataque aéreo israelense que teve como alvo um prédio na vila de Al-Kfour, no distrito de Nabatieh, no sul do Líbano, em 21 de janeiro de 2026. Foto de Rabih Daher/AFP via Getty Images.

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As Forças de Defesa de Israel realizaram, na quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, uma série de ataques aéreos precisos contra alvos ligados ao Hezbollah no Líbano e na fronteira com a Síria

O objetivo foi interromper o contrabando de armas e enfraquecer a capacidade do grupo terrorista apoiado pelo Irã de se rearmar, em meio a violações contínuas dos acordos de cessar-fogo entre Israel e o Líbano.

Entre as ações mais destacadas, a Força Aérea Israelense atingiu quatro passagens de fronteira na região de Hermel, no norte do Líbano, ao longo da divisa com a Síria. Essas rotas eram usadas pelo Hezbollah para transportar armas e equipamentos proibidos, permitindo que o grupo tentasse reconstruir seu arsenal militar apesar das restrições impostas pelo cessar-fogo. Os ataques visaram bloquear esses caminhos e impedir o fluxo de suprimentos que ameaçam a segurança de Israel.

No mesmo dia, em uma operação separada na área de Sidon, no sul do Líbano, as IDF eliminaram Muhammad Awasha, descrito como um dos principais contrabandistas e traficantes de armas do Hezbollah. Awasha era uma figura chave na rede de suprimentos do grupo: ele coordenava a transferência de armas por meio de uma empresa de fachada que importava bens proibidos de países como Iraque, Síria e nações do Golfo. Além disso, supervisionava diversos contrabandistas que levavam armamentos do Iraque para a Síria e, finalmente, para o Líbano. Sua eliminação representa um golpe significativo contra a logística de rearmamento do Hezbollah.

As IDF também bombardearam instalações de infraestrutura do grupo em várias regiões do sul do Líbano, incluindo depósitos de armas e um esconderijo subterrâneo de armamentos construído no meio de bairros civis densamente povoados. Essa prática de esconder armamento em áreas residenciais é uma tática recorrente do Hezbollah, que transforma moradores locais em escudos humanos involuntários.

ATUALIZAÇÃO OPERACIONAL:

– Na fronteira entre a Síria e o Líbano, foram atingidos 4 postos de controle fronteiriços usados pelo Hezbollah para contrabandear armas na área de Hermel.

– Na área de Sidon, as Forças de Defesa de Israel atacaram e eliminaram o terrorista Muhammad Awasha, um importante contrabandista de armas do Hezbollah.

Awasha desempenhou um papel central no avanço do contrabando de armas para o Hezbollah, usando uma empresa de fachada que encomendava e transferia mercadorias proibidas de países como Iraque, Síria e os estados do Golfo, enquanto operava redes de contrabando que transportavam armas do Iraque para a Síria e o Líbano.


Em comunicado oficial, o exército israelense afirmou que essas atividades do Hezbollah nas passagens de fronteira e nos depósitos violam os entendimentos de cessar-fogo e representam uma ameaça direta ao Estado de Israel. As Forças de Defesa reforçaram que continuarão operando de forma determinada para eliminar qualquer risco à segurança do país, sem tolerar tentativas de rearmamento por parte do grupo terrorista.

Essas operações ocorrem em um contexto de tensões persistentes na fronteira norte de Israel, onde o Hezbollah busca recuperar forças após o conflito anterior, mesmo sob vigilância constante das IDF.


Publicado em 23/01/2026 00h21


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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