
De acordo com informações da inteligência israelense compartilhadas com os Estados Unidos, o regime iraniano realizou execuções de manifestantes mesmo depois de ter assegurado ao presidente Donald Trump que não pretendia levar adiante esse tipo de medida
Documentos e evidências entregues aos americanos mostram cenas de tiros ao vivo contra pessoas que protestavam nas ruas, além de provas de que vários detidos foram mortos depois de serem presos, seja por enforcamento ou outros métodos.
Autoridades americanas teriam descrito essas informações como uma “arma fumegante”, ou seja, uma prova clara e contundente. Isso contradiz diretamente as mensagens que Trump disse ter recebido da liderança iraniana, incluindo uma comunicação transmitida pelo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, na qual Teerã afirmava não ter planos de executar mais de 800 manifestantes detidos durante os protestos.
O governo iraniano negou ter enviado qualquer mensagem nesse sentido e rejeitou as acusações de que estaria planejando ou realizando execuções em massa. No entanto, a inteligência obtida – na qual Israel teve papel importante – demonstra que as execuções realmente aconteceram, contrariando as garantias dadas.
Essa revelação gerou intensos debates dentro da administração americana. Alguns membros, como o secretário de Estado Marco Rubio e o secretário de Defesa Pete Hegseth, defendem uma resposta mais firme e dura contra o regime iraniano. Por outro lado, figuras como o enviado especial Steve Witkoff e o conselheiro Jared Kushner argumentam pela cautela e por uma abordagem diplomática, para evitar que o conflito se transforme em algo maior na região. Países como Qatar, Arábia Saudita e Turquia também teriam manifestado apoio a esforços que impeçam uma escalada.
Enquanto isso, a cooperação entre Israel e Estados Unidos na área militar e de inteligência nunca esteve tão avançada. Recentemente, o comandante do CENTCOM, almirante Brad Cooper, visitou Israel para discutir planejamentos operacionais conjuntos. Fontes de segurança israelenses destacam que o compartilhamento de informações, a coordenação logística e os preparativos para defesa aérea integrada alcançaram níveis inéditos. Na região, forças americanas contam com porta-aviões, navios equipados com mísseis e destróieres armados com Tomahawk, e o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln está se reposicionando para uma área mais próxima, enquanto Washington avalia qual será o próximo passo diante dessas novas evidências.
Inteligência israelense revela que Irã executou manifestantes mesmo após prometer a Trump que não o faria#Gaza
– Israel Agora e Sempre (@AgoraIsrael) January 25, 2026
Steve Witkoff e Jared Kushner, dois importantes enviados especiais do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, chegaram a Israel neste sábado. pic.twitter.com/3WGOARe9Fm
Publicado em 25/01/2026 03h49
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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