Tensões crescem no oriente médio em meio a ameaças e execuções

(ARQUIVO) Um oficial da Marinha dos EUA caminha ao lado de caças estacionados no convés de voo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, da classe Nimitz, durante uma visita da imprensa em Port Klang, nos arredores de Kuala Lumpur, em 26 de novembro de 2024. (Fazry Ismail/Pool/AFP)

#Irã 

O dia foi marcado por uma escalada verbal entre Estados Unidos e Irã, com o presidente Donald Trump declarando que uma “belíssima armada” naval americana está a caminho da região iraniana

Ele expressou esperança de que Teerã aceite negociar um acordo, embora não tenha ficado claro se se referia ao grupo naval liderado pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln, que chegou recentemente ao Oriente Médio, ou a outra formação militar.

Enquanto isso, o Irã executou um homem acusado de espionagem em favor de Israel. Hamidreza Sabet Esmaeilipour, preso em abril de 2025, foi condenado por colaborar com o Mossad e repassar documentos sigilosos. A execução, confirmada pela Suprema Corte iraniana, reflete o aumento de casos semelhantes desde o conflito de 12 dias entre Irã e Israel no ano passado.

No front interno israelense, familiares de reféns mortos por Hamas continuam a manifestar indignação. Dani Elgarat, irmão de Itzik Elgarat (um dos reféns assassinados), anunciou que não participará do funeral do sargento Ran Gvili – o último refém resgatado de Gaza e que faleceu “, porque o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fará o discurso fúnebre. Ele acusou Netanyahu de responsabilidade pelo ataque de 7 de outubro e pelo abandono dos reféns, afirmando que o premier comparece a eventos apenas por motivos eleitorais.

Nos Estados Unidos, o secretário de Estado Marco Rubio prepara um aviso duro à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez: se não cumprir as exigências americanas, correrá o mesmo destino de Nicolás Maduro. O comentário faz parte de uma postura mais agressiva da administração Trump na região.

El Salvador foi confirmado como o 27º país a integrar o “Conselho de Paz” proposto por Trump para gerenciar a reconstrução pós-guerra em Gaza, ao lado de nações como Argentina, Egito, Emirados Árabes, Marrocos, entre outras. Vários países ocidentais, como Canadá, França, Alemanha e Reino Unido, recusaram o convite.

Outros episódios destacados incluem um ataque a um rabino em Nova York no Dia Internacional em Memória do Holocausto, e a deputada Ilhan Omar sendo atingida por um líquido não identificado durante um discurso em Minneapolis.

Um documento antigo capturado pelo Exército israelense em Gaza revela que um alto dirigente da Jihad Islâmica, em 2022, minimizou mortes de civis palestinos causadas por foguetes próprios que caíram dentro da Faixa, afirmando que “mesmo se mil forem mortos por fogo amigo, isso é o preço da guerra”.

O dia reflete um cenário de tensões internacionais em meio a esforços diplomáticos e militares para conter novas escaladas na região.


Publicado em 28/01/2026 09h37


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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