Nove mortos em ataque de míssil iraniano em beit shemesh

Equipes médicas no local de um ataque com míssil em Beit Shemesh, em 1º de março de 2026, onde várias pessoas ficaram feridas, incluindo uma menina em estado grave. Crédito: United Hatzalah.

#Irã 

Um míssil balístico lançado pelo Irã atingiu diretamente um prédio residencial na cidade de Beit Shemesh, no centro de Israel, resultando em uma tragédia que ceifou nove vidas e deixou mais de duas dezenas de pessoas feridas

O impacto causou o colapso da estrutura, criando um cenário de destruição e urgência enquanto equipes de resgate se mobilizavam para socorrer as vítimas presas nos escombros. De acordo com o Magen David Adom, o principal serviço de emergência médica de Israel, paramédicos atenderam vários feridos na área, incluindo uma menina em condição grave devido ao golpe direto do míssil. Inicialmente, relatos apontavam para duas pessoas em estado sério, mas o número de mortos foi confirmado como nove, com as vítimas provavelmente dentro de um abrigo no momento da explosão.

O comandante do Distrito de Jerusalém da Polícia de Israel, Avshalom Peled, explicou à imprensa local que, em casos de impactos diretos em abrigos ou quartos reforçados, essas estruturas nem sempre resistem à força devastadora dos mísseis balísticos. Ele destacou que as buscas por possíveis sobreviventes adicionais continuavam em andamento, e não era possível afirmar que todos haviam sido localizados. A cena foi evacuada para permitir que o Comando da Frente Interna das Forças de Defesa de Israel operasse com segurança, dado o risco iminente de colapso adicional do edifício. A organização United Hatzalah, que atua em emergências médicas, relatou que suas equipes trataram mais de 20 indivíduos em diversos pontos da região de Beit Shemesh, incluindo várias crianças, a maioria com ferimentos leves. Imagens divulgadas pelo Magen David Adom capturaram a intensidade da explosão e o esforço imediato das equipes para prestar socorro aos afetados.

No mesmo dia, outro míssil iraniano atingiu um prédio público na cidade de Rosh Ha”ayin, ferindo levemente uma pessoa, o que ampliou o alcance da ameaça. Esse ataque em Beit Shemesh ocorreu em meio a uma escalada intensa no conflito entre Israel e o Irã, que envolveu o lançamento de centenas de mísseis e dezenas de drones contra território israelense desde o início das hostilidades. A cidade de Beit Shemesh, localizada a cerca de 30 quilômetros a oeste de Jerusalém e conhecida por suas comunidades religiosas fortes, viveu momentos de pavor com as sirenes de alerta ecoando e o tremor violento da detonação. Muitos moradores estavam em casa ou correndo para abrigos quando o projétil caiu, expondo famílias inteiras ao perigo.

O incidente faz parte de uma onda maior de agressões, que começou no dia anterior, 28 de fevereiro de 2026. Nessa data, mísseis iranianos atingiram um bloco residencial em Tel Aviv, matando uma mulher de 40 anos – a primeira vítima fatal desde o lançamento da “Operação Leão Rugindo/Fúria Épica”, uma ação militar conjunta entre Israel e os Estados Unidos contra o regime iraniano. Pelo menos 21 pessoas ficaram feridas nesse ataque em Tel Aviv: um homem de cerca de 40 anos sofreu lesões graves por estilhaços e foi levado ao Hospital Ichilov em condição séria; um homem de aproximadamente 30 anos e uma mulher de cerca de 90 anos foram hospitalizados em estado moderado; e outras 17 pessoas, incluindo sete crianças, apresentaram ferimentos leves. Dois prédios de apartamentos na área sofreram danos significativos.

Ainda no domingo, 1º de março, uma segunda morte indireta foi registrada: uma mulher na casa dos 60 anos faleceu após sofrer uma grave falta de ar enquanto se dirigia apressadamente a um quarto seguro. Equipes do Magen David Adom prestaram os primeiros socorros no local e a evacuaram para o Hospital Ichilov, realizando tentativas de reanimação durante o transporte. Apesar dos esforços prolongados da equipe médica no hospital, ela não resistiu e foi declarada morta. Ondas adicionais de mísseis no início da manhã de sábado visaram o norte de Israel e a região de Jerusalém, mas buscas realizadas pelo Magen David Adom não relataram vítimas nesses incidentes. Uma terceira barragem de alertas na manhã de sábado resultou em ferimentos leves para pessoas que se machucaram ao correr para abrigos, além de casos de ansiedade, sem impactos diretos confirmados.

As autoridades israelenses responderam rapidamente, mobilizando paramédicos, bombeiros e forças de segurança para fornecer cuidados iniciais, evacuar os feridos para hospitais próximos e prosseguir com as operações de busca e resgate. Os hospitais da região reforçaram suas equipes para lidar com o influxo de pacientes, priorizando os casos mais urgentes. O Magen David Adom exortou a população a seguir rigorosamente as diretivas do Comando da Frente Interna para minimizar riscos em meio às ameaças contínuas.

Esse episódio trágico destaca a vulnerabilidade de áreas civis distantes das linhas de frente, mesmo com sistemas de defesa aérea avançados em operação. O povo israelense, mais uma vez, demonstra resiliência ao enfrentar essas adversidades, com serviços de emergência atuando de forma coordenada e eficiente. A comunidade internacional acompanha com preocupação o desenrolar do conflito, na esperança de que intervenções diplomáticas possam conter a escalada e prevenir mais perdas humanas. Por enquanto, o foco permanece no apoio às vítimas, suas famílias e aos profissionais que trabalham incansavelmente para salvar vidas em tempos de crise.


Publicado em 02/03/2026 01h15


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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