
O Ministério da Defesa de Israel decidiu interromper completamente todas as compras de equipamentos militares da França
A medida foi tomada porque o governo israelense considera que Paris adotou uma postura hostil em relação ao país, especialmente após os ataques terroristas do Hamas em 7 de outubro de 2023.
De acordo com informações divulgadas pela mídia israelense, o diretor-geral do Ministério da Defesa, Amir Baram, determinou o fim de todos os contratos existentes com empresas francesas. A partir de agora, Israel vai priorizar equipamentos fabricados no próprio país e compras de nações consideradas amigas.
Essa decisão acontece em meio a uma série de tensões recentes. A França impôs restrições à participação de empresas israelenses em feiras de defesa internacionais, como o Salão Aeronáutico de Paris, e apoiou uma resolução da ONU que pedia um embargo de armas contra Israel. Em junho, durante a guerra de 12 dias com o Irã, o pavilhão israelense na feira de Paris foi parcialmente bloqueado, o que o Ministério da Defesa israelense classificou como “exclusão comercial antissemita? e uma tentativa de prejudicar a indústria de defesa de Israel em benefício da francesa.
Na época, autoridades israelenses lembraram que o país estava lutando uma guerra justa para eliminar ameaças nucleares e balísticas que afetavam não só o Oriente Médio, mas também a Europa e o mundo inteiro. Um tribunal francês chegou a derrubar algumas dessas restrições no passado, por considerá-las discriminatórias e contrárias ao princípio de igualdade.
Com essa mudança, Israel reforça sua estratégia de reduzir a dependência de países que demonstra posições diplomáticas contrárias ao seu direito de se defender. O foco agora é fortalecer a produção nacional de armas e buscar parcerias mais confiáveis, garantindo maior autonomia e segurança para suas Forças de Defesa.
Publicado em 01/04/2026 04h19
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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