
As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram que, durante a Operação Leão Rugidor, foram eliminados mais de 1
800 membros do grupo terrorista Hezbollah. A operação teve início em 28 de fevereiro, com ataques conjuntos entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, e terminou em 7 de abril, após um cessar-fogo de 14 dias negociado entre Washington e Teerã.
O Hezbollah, baseado no Líbano, entrou no conflito em 2 de março para apoiar o Irã, violando um acordo de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos em novembro de 2024. Esse acordo havia encerrado mais de um ano de combates, iniciados após o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023.
Na véspera do cessar-fogo, as tropas israelenses realizaram intensos ataques, eliminando mais de 150 operativos do Hezbollah e destruindo cerca de 300 alvos terroristas, incluindo lançadores de foguetes, centros de comando e depósitos de armas em várias regiões do Líbano.
Entre os mortos estava Ali Rida Abbas, comandante do setor de Bint Jbeil do Hezbollah. Segundo a IDF, Abbas planejou e executou diversos ataques contra soldados israelenses e contra a população civil de Israel ao longo dos anos, especialmente durante esta operação. Ele foi o quarto comandante dessa região sendo eliminado pelas forças israelenses desde o início da Operação Flechas do Norte, em setembro de 2024.
As Forças de Defesa de Israel afirmaram que continuarão agindo para eliminar qualquer ameaça aos cidadãos e aos soldados do país. Um cessar-fogo separado entre Israel e o Líbano, anunciado pelo presidente Donald Trump, também entrou em vigor.
Publicado em 20/04/2026 03h25
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
Artigo original:

