
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que orientou sua equipe a não se precipitar em busca de um acordo com o Irã, pois o tempo está a favor dos americanos
A Casa Branca publicou no domingo que as negociações estão progredindo de maneira ordenada e construtiva. Trump reforçou a mensagem, pedindo calma dos dois lados para que tudo seja feito corretamente, sem erros. Segundo ele, o diálogo entre americanos e iranianos está se tornando mais profissional e produtivo, mas deixou claro que o Irã não pode desenvolver nem adquirir armas nucleares.
O acordo em discussão prevê a reabertura do Estreito de Ormuz e o alívio de sanções para que o Irã volte a exportar petróleo normalmente. Em troca, Teerã se comprometeria a não avançar em seu programa nuclear. Trump defendeu a possível negociação, comparando-a favoravelmente com o acordo feito na época do presidente Obama, que, segundo ele, deu muito dinheiro ao Irã e deixou um caminho aberto para a bomba nuclear. “Nosso acordo é exatamente o oposto”, afirmou.
“The negotiations are proceeding in an orderly and constructive manner, and I have informed my representatives not to rush into a deal in that time is on our side… Both sides must take their time and get it right. There can be no mistakes!” – President Donald J. Trump ?? pic.twitter.com/GfylPZdqBf
— The White House (@WhiteHouse) May 24, 2026
O presidente destacou ainda que o texto final ainda não está completamente negociado e pediu que as críticas sejam ignoradas por quem não conhece os detalhes. Um funcionário americano indicou que pode levar vários dias até que a liderança iraniana, incluindo o aiatolá Khamenei, aprove o entendimento.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, revelou ter conversado com Trump sobre o tema. Netanyahu enfatizou que qualquer acordo final deve eliminar completamente o perigo nuclear iraniano, com o desmantelamento dos locais de enriquecimento e a retirada do material nuclear enriquecido do território iraniano. “O Irã não terá armas nucleares”, reforçou. Trump também reafirmou o direito de Israel de se defender contra ameaças em todas as frentes, inclusive no Líbano.
Publicado em 25/05/2026 12h09
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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