
As autoridades de planejamento israelenses deram o aval para o avanço de mais de 2 mil unidades habitacionais em comunidades localizadas na Judeia e Samaria (também conhecida como Judeia-Samaria)
O Conselho Supremo de Planejamento da Administração Civil do Ministério da Defesa israelense aprovou planos para 2.162 unidades, como parte de um esforço maior para fortalecer o controle de Israel sobre a região.
O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich – que também atua como ministro no Ministério da Defesa responsável pelos assuntos civis na área “, celebrou a medida. “Continuamos construindo a Terra de Israel na prática”, afirmou ele. Segundo Smotrich, essas aprovações não são apenas medidas técnicas de planejamento: elas representam um compromisso nacional que reforça o domínio israelense sobre a terra, aumenta a segurança do país e cria fatos concretos no terreno para impedir a formação de um Estado árabe terrorista no coração da região.
“Vamos continuar liderando uma ampla onda de construção e regularização, porque esse é o caminho para a vitória, a segurança e o crescimento”, completou o ministro.
De acordo com os planos aprovados, mais de mil unidades (1.006) serão construídas em Gevaot, uma comunidade judaica em expansão na região de Gush Etzion, na Judeia. O projeto visa transformar o local em um centro urbano maior, com potencial para milhares de residências adicionais no futuro. Outras 922 unidades foram aprovadas em Har Bracha, no norte da Samaria, perto de Nablus (Shechem), e 234 em Kiryat Arba, cidade próxima a Hebron.
O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem promovido uma expansão sem precedentes do controle israelense sobre a Judeia e Samaria desde que assumiu, há cerca de três anos e meio, com a aprovação de dezenas de milhares de moradias e várias novas comunidades.
Pesquisas recentes mostram que uma grande parte da população israelense apoia esse tipo de iniciativa: quase 70% dos israelenses desejam que o país estenda sua soberania plena à região, e 58% dos judeus israelenses acreditam que as comunidades judaicas ali contribuem para a segurança nacional.
Essa decisão reflete a visão de que o fortalecimento da presença israelense nessas áreas é essencial para a segurança e o futuro do país.
Publicado em 31/05/2026 13h41
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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