Painel da Câmara dos EUA revela ligações de financiamento entre administração Biden e grupos de esquerda contrários a Netanyahu

O deputado Jim Jordan (republicano de Ohio), presidente do Comitê Judiciário da Câmara, discursa durante a segunda parte da audiência do Comitê de Supervisão da Câmara intitulada

#Biden 

Um comitê da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos divulgou informações importantes sobre como recursos públicos americanos, vindos da administração anterior de Joe Biden e Kamala Harris, teriam sido usados para apoiar organizações de esquerda que se opunham ao governo de Benjamin Netanyahu em Israel

Segundo o relatório, esses fundos também chegaram a grupos com conexões a organizações consideradas terroristas.

O documento, obtido com exclusividade pelo JNS, é um memorando datado de 29 de maio de 2026, preparado pela equipe republicana do Comitê Judiciário da Câmara. Ele aponta novas evidências de que agências federais como a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) e o Departamento de Estado repassaram dinheiro a organizações sem fins lucrativos nos EUA. Essas entidades, por sua vez, direcionaram recursos para protestos contra o governo israelense, especialmente contra a reforma judicial promovida por Netanyahu.

O presidente do comitê, o deputado republicano Jim Jordan, de Ohio, explicou em entrevista que o dinheiro dos contribuintes americanos deveria servir para boas causas, mas acabou indo para atividades que prejudicavam um importante aliado dos EUA. “Nosso governo está enviando dólares dos impostos americanos para ONGs que minam nosso aliado – o nosso melhor aliado, o Estado de Israel. Não é assim que as coisas devem funcionar”, disse Jordan. Ele questionou diretamente: “Por que diabos esse dinheiro está indo para grupos que são pró-Hamas”?

O relatório detalha uma rede complexa de transferências financeiras. Organizações como o Rockefeller Brothers Fund e a Tides Network teriam repassado mais de 5 milhões de dólares para iniciativas que financiaram protestos radicais anti-Israel tanto nos Estados Unidos quanto em Israel. Além disso, esses recursos sustentaram ONGs com ligações a grupos terroristas. Um exemplo citado é o repasse de 190 mil dólares do Rockefeller Brothers Fund para a Defense for Children International Palestine, uma entidade designada como terrorista por Israel e com conexões ao Front Popular para a Libertação da Palestina (PFLP), considerado terrorista também pelos EUA.

Outra organização mencionada é a Jewish Voice for Peace, uma das principais responsáveis por manifestações anti-Israel nos EUA. O memorando também fala de entidades como o Jewish Communal Fund, a Rockefeller Philanthropy Advisors e o PEF Israel Endowment Funds, que podem ter violado seu status de isenção fiscal ao apoiar campanhas radicais contra o governo israelense. No caso da Abraham Initiatives, uma auditoria de 2023 indicou falhas no cumprimento de procedimentos antiterrorismo em um programa financiado pela USAID.

Os investigadores explicam que o dinheiro federal era destinado oficialmente a projetos em outras áreas, como desenvolvimento civil na África, Ásia e América Latina. No entanto, como o dinheiro é “fungível? (ou seja, pode ser usado de forma intercambiável), ele liberava recursos próprios das organizações para serem aplicados em ativismo político contra Netanyahu. Parte desses fundos teria chegado até protestos em universidades americanas, contribuindo para um ambiente de antissemitismo e oposição a Israel.

Esse não é o primeiro relatório do comitê sobre o tema. Em 2025, já havia sido divulgada uma investigação inicial mostrando padrões semelhantes de uso de verbas públicas. Jim Jordan destacou que a complexidade das camadas de financiamento torna difícil provar intenção direta da administração Biden, mas o resultado foi claro: recursos públicos ajudando a desestabilizar um aliado democrático.

O deputado afirmou que, com a nova administração de Donald Trump, o foco está em cortar esses repasses problemáticos e fortalecer a supervisão para que isso não se repita. “É importante que esse tipo de coisa não continue acontecendo”, completou.

Essa revelação levanta questões importantes sobre o uso de recursos públicos, a soberania de aliados como Israel e os limites do financiamento a organizações não governamentais. Para muitos, demonstra como decisões administrativas podem, indiretamente, interferir na política interna de outros países e afetar a segurança de comunidades judaicas ao redor do mundo. O caso continua sendo acompanhado de perto por congressistas e pela opinião pública interessada em transparência e na relação entre Estados Unidos e Israel.

O texto original do artigo, somado às explicações e ao contexto, reforça a necessidade de maior controle sobre como o dinheiro dos contribuintes é gasto, especialmente em temas sensíveis que envolvem política internacional e segurança.


Publicado em 31/05/2026 20h15


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


Artigo original:


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