
Um alto funcionário dos Estados Unidos afirmou que o acordo preliminar em negociação com o Irã abre caminho para que Washington receba o material nuclear enriquecido do país persa
O entendimento, que ainda não foi assinado, é descrito como amplo e inclui várias questões importantes para a região.
De acordo com o oficial americano, o memorando de entendimento (MOU) tem três objetivos principais. Em primeiro lugar, ele permite a reabertura imediata do Estreito de Ormuz, vital para o transporte de petróleo, sem a cobrança de pedágios. Em segundo lugar, o acordo leva ao desmantelamento do programa nuclear iraniano. E, em terceiro lugar, possibilita que os Estados Unidos obtenham o urânio enriquecido que o Irã possui.
O funcionário explicou que o texto prevê que esse material seja destruído no próprio local, dentro do Irã, e depois retirado do país. A ideia é que o processo seja supervisionado por inspetores internacionais, como os da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Embora o acordo não exija a entrega imediata de todo o estoque, ele estabelece as bases para que isso aconteça de forma controlada e verificável.
O entendimento também envolve o Líbano e outras questões regionais, mas deixa Israel em uma posição delicada, já que o país israelense tem se mostrado cético em relação a negociações com Teerã. O presidente Donald Trump tem pressionado por um acordo que seja mais rigoroso que o de 2015, garantindo que o Irã não desenvolva armas nucleares.
As negociações continuam em andamento e ainda há detalhes a serem definidos, especialmente sobre o cumprimento das obrigações e o alívio de sanções que o Irã receberia em troca de suas concessões. Para os EUA, esse arranjo representa uma forma de reduzir a ameaça nuclear iraniana sem necessidade de novas ações militares imediatas.
Publicado em 13/06/2026 08h09
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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