Trump sugere que a Síria assuma a luta contra o Hezbollah

Presidente sírio Ahmed al-Sharaa – REUTERS/Khalil Ashawi

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente a forma como Israel vem conduzindo a guerra contra o Hezbollah no Líbano

Segundo ele, o conflito está durando tempo demais e causando um número excessivo de mortes, inclusive entre civis que não fazem parte do grupo terrorista. Trump afirmou que Israel não precisa destruir prédios inteiros para atingir alvos específicos e que a operação deveria ter sido concluída de maneira mais rápida.

Em declarações durante a cúpula do G7 na França, Trump propôs que a Síria, sob o comando do presidente Ahmed al-Sharaa, assuma o combate ao Hezbollah no lugar de Israel. Ele elogiou al-Sharaa como alguém capaz e confiável, sugerindo que as forças sírias poderiam realizar o trabalho de forma mais eficiente e com menos danos colaterais.

Essa posição de Trump surge em um momento delicado das negociações entre Estados Unidos e Irã. Os dois países assinaram um memorando de entendimento para estender um cessar-fogo e abrir caminho para um acordo mais amplo sobre o programa nuclear iraniano. Trump alertou que, se o Irã tentar desenvolver, comprar ou adquirir uma arma nuclear, enfrentará “consequências definitivas”. Ele também destacou que, sem a intervenção americana, Israel “teria sido varrido do mapa”.

No entanto, relatos indicam que al-Sharaa está relutante em confrontar o Hezbollah. Fontes sírias afirmam que uma intervenção militar contra o grupo poderia ser vista no mundo árabe como uma forma de defender Israel, o que prejudicaria a imagem do novo líder sírio. Al-Sharaa teria exigido, como condição, a retirada das tropas israelenses do sul da Síria, conquistadas após a queda do regime de Bashar al-Assad.

O presidente sírio tem enfatizado que sua prioridade é proteger a fronteira com o Líbano e impedir o contrabando de armas para o Hezbollah, mas descarta, por enquanto, uma ação militar mais ampla no território libanês. Israel, por sua vez, mantém tropas no sul do Líbano e continua realizando operações contra o grupo apoiado pelo Irã.

Essa troca de posições reflete as complexas negociações em andamento, que envolvem não apenas o futuro do Hezbollah, mas também o equilíbrio de poder em toda a região. Trump pressiona por uma solução mais rápida, enquanto Israel e outros atores expressam reservas sobre a capacidade e a vontade da Síria de desarmar efetivamente o grupo.


Publicado em 17/06/2026 11h00


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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