Mossad ajuda a prender grupo ligado ao Hamas na Alemanha que planejava ataques contra judeus

Um policial é fotografado em frente ao prédio do Museu Judaico de Berlim, em Berlim, Alemanha, em 8 de fevereiro de 2024. (Stefanie Loos/AFP)

#Mossad 

O serviço de inteligência de Israel, chamado Mossad, participou da prisão de um grupo ligado ao Hamas, na Alemanha, que planejava ataques contra alvos israelenses e judeus

A operação aconteceu na quarta-feira e foi anunciada na sexta-feira.

O Mossad trabalhou junto com as forças de segurança e inteligência da Alemanha para impedir os planos do grupo. Segundo as autoridades alemãs, três homens foram presos em Berlim, suspeitos de planejar um ataque violento. Eles são acusados de comprar armas, como um fuzil AK-47, pistolas e muita munição, desde o verão deste ano, para atacar instituições israelenses ou judaicas na Alemanha.

Os suspeitos foram identificados apenas como Abed Al G. (cidadão alemão), Wael F. M. (nascido no Líbano) e Ahmad I. (cidadão alemão), seguindo as leis de privacidade da Alemanha. A polícia já estava vigiando os suspeitos há algum tempo e agiu durante uma entrega de armas em Berlim, encontrando o fuzil AK-47, uma pistola Glock e grande quantidade de munição.

O Mossad informou que a operação envolveu vários países e faz parte de um grande esforço na Europa para encontrar esconderijos de armas e prender outros suspeitos de terrorismo. O Hamas, grupo que controla Gaza e é apoiado pelo Irã, é considerado uma organização terrorista pela União Europeia, Estados Unidos e outros países.

O Hamas negou qualquer ligação com os três suspeitos, dizendo que as acusações são falsas e que sua luta se limita combatendo a ocupação israelense na Palestina.

Em fevereiro, quatro membros do Hamas já haviam sido julgados em Berlim por planejar ataques contra instituições judaicas na Europa, no primeiro caso do tipo na Alemanha. Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, a polícia em vários países europeus aumentou a segurança em locais judaicos e israelenses, especialmente após um aumento de atos antissemitas.

A anúncio do Mossad veio após um ataque terrorista em Manchester, na Inglaterra, onde um atirador atacou uma sinagoga no dia sagrado judaico de Yom Kippur, matando duas pessoas e ferindo outras gravemente.

A Alemanha, que é um forte aliado de Israel, mantém segurança reforçada em sinagogas e outros locais judaicos, especialmente por causa da história do Holocausto. Recentemente, o país optou por não reconhecer um Estado palestino, ao contrário de nações como França e Reino Unido, uma decisão que Israel e o governo Trump criticaram como uma recompensa ao ataque do Hamas em 7 de outubro, que deu início à guerra em Gaza.


Publicado em 04/10/2025 07h56


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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