
Tudo começou com protestos populares em 8 de janeiro de 2026, iniciando em Mashhad e rapidamente se espalhando por centenas de cidades – chegando a mais de 200 localidades em poucos dias
As manifestações continuaram por semanas, com confrontos intensos especialmente à noite, mesmo diante de uma repressão muito violenta.
As forças de segurança, incluindo a Guarda Revolucionária, usaram munição real contra manifestantes pacíficos, mirando cabeças, pescoços, corações e olhos. Relatos apontam mortes de pessoas de todas as idades, incluindo adolescentes, crianças e até uma criança de cinco anos morta nos braços da mãe. Hospitais foram invadidos, médicos e feridos foram atacados, alguns executados no local, e ambulâncias foram impedidas de socorrer as vítimas. Há indícios também do uso de agentes químicos tóxicos, que causaram lesões graves e mortes dias depois.
Devido ao grande número de mortos, corpos foram abandonados em centros forenses, como o de Kahrizak, conforme admitido pela própria televisão estatal iraniana. Algumas famílias, com medo, enterraram seus entes queridos em segredo, em quintais de casa. Para esconder a dimensão da violência, o regime impôs um apagão quase total da internet, bloqueando comunicações internacionais por semanas.
O Líder Supremo, Ali Khamenei, em discurso no dia 17 de janeiro, admitiu que “várias mil pessoas? foram mortas, embora tenha tentado culpar os Estados Unidos pelo ocorrido. Dias depois, o chefe do Judiciário ordenou que os juízes acelerassem julgamentos contra os detidos, sem garantir o direito a um processo justo ou advogados de escolha, abrindo caminho para execuções rápidas e penas duras.
O número exato de vítimas é difícil de confirmar por causa da censura, mas estimativas de organizações de direitos humanos, como o grupo ligado à oposição (PMOI/MEK) e a relatora especial da ONU, indicam que milhares de pessoas morreram – algumas fontes falam em mais de 15 mil apenas nos primeiros dias, com relatos ainda mais altos em outras análises. Organizações internacionais, como a Anistia Internacional, a ONU e vários líderes europeus, condenaram fortemente a violência, chamando-a de massacre sem precedentes, pedindo investigações independentes e o fim da impunidade. Eles destacaram a coragem dos iranianos que continuam protestando apesar do risco extremo.
O texto enfatiza que essa repressão brutal, combinada com a tentativa de abafar a verdade, não conseguiu silenciar a resistência popular, que segue exigindo liberdade, dignidade e justiça em todo o país.
Publicado em 21/01/2026 09h44
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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