
No dia 24 de janeiro de 2026, o almirante Brad Cooper, comandante do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), responsável pela área do Oriente Médio, visitou Israel a convite do chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (IDF), tenente-general Eyal Zamir
Os dois líderes militares tiveram uma longa reunião a sós e, depois, participaram de outra conversa com mais comandantes de ambos os lados.
Esse encontro reforça a parceria estratégica muito próxima entre Israel e os Estados Unidos, mostrando que a cooperação militar entre os dois países continua forte e em constante evolução.
A visita aconteceu exatamente no momento em que os Estados Unidos estão aumentando bastante sua presença militar na região do Oriente Médio. Durante o fim de semana, mais tropas, navios, aviões e outros equipamentos foram enviados para lá. Fontes de defesa israelenses acreditam que esse reforço pode servir para duas coisas principais: preparar o terreno para uma possível ação militar contra o Irã ou funcionar como uma forma de pressão para negociar um novo acordo nuclear com Teerã.
Autoridades de segurança de Israel estão se preparando intensamente para o caso de os Estados Unidos realizarem um ataque ao Irã. Nesse cenário, existe o risco de o regime iraniano revidar atacando Israel diretamente, talvez por erro de cálculo ou de forma intencional.
O presidente americano Donald Trump tem feito declarações fortes sobre o assunto. Em conversas com jornalistas, ele disse que uma grande força militar está se aproximando do Irã e que os Estados Unidos estão observando tudo de perto. Em postagens nas redes sociais e em falas públicas, Trump ameaçou que, se o regime iraniano matar manifestantes, o exército americano estará “pronto e carregado? para agir com muita força. Ele também pediu por uma “nova liderança? no Irã.
O contexto é de grande tensão no Irã, onde estão acontecendo os maiores protestos desde a revolução de 1979. O governo iraniano culpa os Estados Unidos e Israel por apoiar os manifestantes. Há relatos de que milhares de pessoas podem ter sido mortas pelas forças de segurança iranianas em poucos dias, números muito maiores do que os oficiais divulgados pelo regime.
Com toda essa movimentação, algumas companhias aéreas, como KLM, ITA Airways e Lufthansa, cancelaram voos para o aeroporto Ben Gurion em Israel e para outros destinos na região, como Dubai e Riad, por causa das preocupações com a segurança.
Em resumo, o encontro entre os comandantes militares americano e israelense destaca a união entre os dois países em um momento delicado, enquanto os Estados Unidos concentram forças na região e o mundo acompanha de perto o que pode acontecer com o Irã e seus possíveis impactos no Oriente Médio inteiro.
Publicado em 25/01/2026 23h20
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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