Flávio Bolsonaro promete transferir a embaixada do Brasil para Jerusalém se for eleito presidente

Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Netanyahu

#Flávio 

Flávio Bolsonaro, que é senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deu uma entrevista ao jornal israelense “The Jerusalem Post” durante uma grande conferência em Jerusalém, no final de janeiro de 2026

O evento se chamava “Generation of Truth? (Geração da Verdade) e falava sobre o aumento do antissemitismo (preconceito contra judeus) e a negação do Holocausto. A conferência foi organizada pelo governo de Israel.

Flávio foi ao evento acompanhado de uma grande equipe e chamou muita atenção, especialmente de brasileiros que moram em Israel (chamados de “olim”). Muita gente tirou foto com ele, o que mostra que ele tem apoio por lá.

Se for eleito presidente do Brasil nas eleições de 2026 (e assumir em 2027), Flávio disse que, nos primeiros seis meses do governo dele, vai transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Isso seria um gesto muito forte de apoio a Israel, já que poucos países fazem isso (os Estados Unidos fizeram no governo Trump, por exemplo).

As relações entre Brasil e Israel pioraram bastante no governo do presidente Lula. Em fevereiro de 2024, Lula comparou a guerra de Israel em Gaza com o Holocausto (o extermínio de judeus na Segunda Guerra). Israel ficou muito irritado com isso, declarou Lula como “persona non grata? (alguém que não é bem-vindo) e as relações diplomáticas esfriaram. O Brasil chamou seu embaixador de volta e apoiou ações contra Israel em tribunais internacionais.

Flávio critica duramente essa postura de Lula. Ele diz que o atual presidente se aproximou de “ditadores? (citou o Irã como exemplo) e que isso prejudica o Brasil. Segundo ele, o jeito de combater o antissemitismo no Brasil é tirar Lula do poder.

Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro falam que o Brasil é um “país cristão-judeu”. Eles dizem que os valores mais importantes dos brasileiros – família, fé em Deus, direitos humanos, democracia e liberdade de expressão – são parecidos com os valores de Israel. Por isso, apoiar Israel não é só política: é o certo fazendo, independentemente de acordos comerciais ou interesses.

Eles também falam de uma iniciativa chamada “Acordos Isaac? (inspirada nos Acordos de Abraão, que aproximaram Israel de vários países árabes). A ideia é criar laços mais fortes entre Israel e países da América Latina, como economia, cultura e diplomacia. O presidente da Argentina, Javier Milei, também apoia essa aproximação.

Pesquisas mostram que, na América Latina (incluindo o Brasil), o número de católicos está caindo, mas muita gente continua acreditando em Deus (quase 100% dos brasileiros dizem acreditar). Os evangélicos estão crescendo e são muito organizados. Para muitos deles, Israel representa algo importante na “guerra cultural? entre conservadores e progressistas.

Com essa visita a Jerusalém, fotos, entrevistas e promessas, Flávio quer se apresentar como o herdeiro político do pai e como um líder conservador forte. Ele aposta que, se vencer em 2026, o Brasil vai voltar sendo um aliado próximo de Israel, diferente do que acontece hoje.

– Flávio Bolsonaro foi a Jerusalém e prometeu mudar a embaixada para lá se virar presidente.

– Ele critica Lula e quer voltar a uma política bem mais amiga de Israel.

– Ele apresenta o Brasil como um país de valores “cristãos-judeus? e diz que apoiar Israel é uma questão de princípio, não só de política.

Isso faz parte de uma estratégia maior dos Bolsonaro para reconquistar apoio entre evangélicos, conservadores e a comunidade judaica (inclusive fora do Brasil).


Publicado em 28/01/2026 05h32


English version


Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


Artigo original:


{teste}