Netanyahu: o irã só é confiável em uma coisa – mentir e enganar

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa na Conferência dos Presidentes das Principais Organizações Judaicas Americanas em Jerusalém, em 15 de fevereiro de 2026. Crédito: GPO

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou de forma enfática que o Irã é confiável apenas em um aspecto: eles mentem e enganam sistematicamente

Durante um discurso contundente em Jerusalém, proferido no encontro anual de líderes de organizações judaicas americanas, ele deixou clara sua profunda desconfiança em relação a qualquer acordo nuclear que venha sendo negociado com Teerã.

Para Netanyahu, um acordo genuíno não pode se limitar a pausas temporárias ou limites parciais no enriquecimento de urânio. Ele exige condições muito mais rigorosas e definitivas: todo o material nuclear já enriquecido precisa ser retirado do território iraniano, toda a infraestrutura e os equipamentos dedicados ao enriquecimento devem ser integralmente desmontados, o programa de mísseis balísticos tem de ser contido de maneira efetiva e o chamado “eixo do terror? – a rede de influência armada que o Irã mantém em vários países da região – precisa ser completamente desmantelado. Na visão dele, promessas ou restrições passageiras não bastam; o programa nuclear iraniano deve ser encerrado de forma irreversível.

Ele recomendou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotar o clássico lema de Ronald Reagan: “confie, mas verifique? – ou, na prática, desconfie sempre e confirme tudo. Netanyahu argumenta que o histórico do Irã demonstra repetidas violações de compromissos internacionais. O pronunciamento veio logo após uma reunião entre ele e Trump em Washington e pouco antes de novas rodadas de conversas entre americanos e iranianos em Genebra, enquanto os Estados Unidos aumentam sua presença militar na região.

Netanyahu também abordou a situação em Gaza, defendendo a continuidade do plano de paz proposto por Trump. Ele reiterou que o Hamas precisa ser desarmado, entregando as dezenas de milhares de fuzis utilizados no ataque de 7 de outubro de 2023, e que Israel deve concluir a destruição da extensa rede de túneis subterrâneos – grande parte dos quais já foi eliminada. Segundo ele, o plano está sendo implementado da maneira mais contida possível, mas o objetivo será alcançado de qualquer forma, seja “pelo caminho fácil ou pelo caminho difícil”.

Mesmo após dois anos de guerra, o premiê destacou a resiliência e o vigor de Israel. Ele citou uma análise da revista “The Economist” que posiciona o país como a terceira economia mais dinâmica entre os membros da OCDE, com a bolsa de valores alcançando recordes históricos e o shekel se valorizando frente ao dólar. Netanyahu mencionou ainda o fortalecimento das relações com nações da América Latina, como a Argentina sob Javier Milei, a próxima visita do primeiro-ministro indiano Narendra Modi e o papel de liderança de Israel em áreas como cibersegurança, inteligência artificial e outras tecnologias de ponta, sempre em parceria estratégica com os Estados Unidos. Para ele, Israel está saindo do conflito mais forte do que entrou – militar, economicamente e tecnologicamente – e planeja se tornar ainda mais poderoso nos anos à frente.


Publicado em 16/02/2026 08h16


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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