
O governo de Israel aprovou uma medida histórica: a retomada do registro oficial e organizado das propriedades de terras na região de Judeia e Samaria, algo que estava suspenso desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967
A decisão foi anunciada em conjunto pelos ministros da Justiça, Yariv Levin, das Finanças, Bezalel Smotrich, e da Defesa, Israel Katz, e marca uma mudança importante na administração e na clareza jurídica sobre a posse de terras nessa área.
Durante décadas, o registro permaneceu paralisado principalmente porque os cadastros herdados da administração jordana eram considerados imprecisos e pouco confiáveis. Israel optou por não alterar permanentemente o status legal de um território cujo futuro político ainda não foi resolvido de forma definitiva. Agora, o governo decidiu retomar esse processo de maneira estruturada, transparente e moderna, aplicando o mesmo sistema civil já utilizado desde 1967 para as propriedades de israelenses na região, sem alterar o status político geral da área, que continua sob administração das Forças de Defesa de Israel.
O principal objetivo é trazer segurança jurídica e certeza para todos os envolvidos, sejam proprietários árabes ou judeus. Com o registro formal, as fronteiras exatas de cada propriedade privada e das terras públicas serão definidas de forma clara e legalmente vinculante. Isso protege os direitos de quem realmente é dono, impede ocupações ilegais de áreas que pertencem ao Estado e põe fim a anos de disputas judiciais que colocavam em dúvida a legalidade de casas e comunidades judaicas construídas de boa-fé e dentro da lei.
Organizações como a Regavim, dedicada à defesa das terras nacionais de Israel, receberam a notícia com entusiasmo, classificando-a como um avanço técnico e administrativo fundamental. Segundo especialistas da entidade, o registro cria estabilidade jurídica, evita demolições inesperadas por contestações tardias e beneficia todos os lados ao reduzir incertezas. Líderes de conselhos regionais judaicos na área descreveram a decisão como um marco histórico, pois protege ativos estratégicos do Estado, organiza as reservas de terras e impede ocupações irregulares.
Os ministros responsáveis destacaram que a medida fortalece a segurança nacional, melhora a governança e permite que o Exército atue com maior clareza na proteção de cidadãos e interesses do país. Eles reforçaram que o processo será totalmente transparente, com registros públicos acessíveis a todos e exigindo provas concretas de propriedade para qualquer reivindicação. Assim, o governo pretende eliminar posses sem base legal e evitar conflitos prolongados.
No mesmo dia da aprovação, o Ministério do Interior deu outro passo simbólico ao autorizar, pela primeira vez desde o desengajamento de 2005, que moradores da comunidade reestabelecida de Homesh incluam oficialmente o nome da localidade em seus documentos de identidade. Esse gesto reforça o compromisso com a presença judaica na região.
Em resumo, a retomada do registro de terras é considerada por seus apoiadores uma verdadeira revolução administrativa. Ela traz transparência, protege direitos legítimos de todos os proprietários e reafirma o apego de Israel à totalidade da Terra de Israel, criando condições para um futuro mais estável e justo para a região.
Publicado em 18/02/2026 08h39
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
Artigo original:

