A força aérea de israel ataca instalações terroristas do hezbollah e do hamas no líbano

Terroristas eliminados

#IDF 

A Força Aérea Israelense realizou uma série de ataques no Líbano contra alvos ligados a organizações terroristas

Em uma operação realizada no leste da região de Baalbek, foram destruídos três centros de comando do Hezbollah. Nesses locais, operavam vários membros da unidade de mísseis do grupo, que foram eliminados. Segundo o Exército de Defesa de Israel (IDF), esses terroristas estavam acelerando a preparação operacional do Hezbollah, acumulando armas e planejando lançamentos de foguetes e outros ataques contra Israel, inclusive ações que colocavam em risco as tropas israelenses.

A IDF destacou que essas atividades violavam os acordos de cessar-fogo firmados com o Líbano. As forças israelenses reforçaram que continuam comprometidas com o cessar-fogo, mas acusam o Hezbollah de esconder constantemente seus equipamentos e combatentes em áreas residenciais povoadas, usando a população civil como escudos humanos para proteger suas operações terroristas. A declaração oficial afirmou que Israel vai continuar agindo de forma decidida para impedir qualquer tentativa do Hezbollah de se reorganizar militarmente ou se rearmar, eliminando ameaças diretas aos cidadãos israelenses.

Em outra ação, realizada no dia anterior, o exército israelense atacou um centro de comando do Hamas na região de Ain al-Hilweh, perto da cidade de Sidon, no sul do Líbano. Esse local era usado recentemente por membros do Hamas para organizar ataques contra forças israelenses e realizar treinamentos visando assaltos em território de Israel. A infraestrutura ficava inserida em uma área densamente habitada. A IDF explicou que está combatendo ativamente a presença e o fortalecimento do Hamas no Líbano, e vai continuar tomando medidas firmes contra qualquer atividade terrorista do grupo onde quer que ela ocorra.

Esses ataques acontecem em um contexto mais amplo de tensões com o Irã, que apoia tanto o Hezbollah quanto o Hamas. Israel tem priorizado a destruição de lançadores de mísseis e depósitos de armas como forma de reduzir ameaças. Relatos indicam que o governo iraniano pressiona o Hezbollah para se envolver mais diretamente em um possível conflito maior contra Israel, inclusive enviando seu ministro das Relações Exteriores ao Líbano para reforçar esse apoio.

O cessar-fogo entre Israel e o Líbano, mediado pelos Estados Unidos e assinado em novembro de 2024, encerrou uma guerra que começou quando o Hezbollah entrou no conflito no dia seguinte ao ataque do Hamas em Israel, em 8 de outubro de 2023. Pelo acordo, o Hezbollah deveria ser completamente desarmado. O governo libanês se comprometeu a cumprir isso, e o exército libanês informou que precisará de pelo menos mais quatro meses para completar a segunda fase do plano de desarmamento na área entre os rios Litani e Awali, cerca de 40 quilômetros ao sul de Beirute. A primeira fase, na faixa fronteiriça mais ao sul, já teria sido concluída.

No entanto, o secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou publicamente qualquer desarmamento, chamando a iniciativa de “um pecado grave” e pedindo que as autoridades libanesas parem de fazer concessões às exigências de Israel. Já o governo israelense reconheceu que os passos iniciais de Beirute são positivos, mas insuficientes, especialmente porque o Hezbollah segue recebendo ajuda do Irã para se rearmar. Para Jerusalém, o desarmamento total do Hezbollah continua sendo essencial tanto para a segurança de Israel quanto para o futuro do próprio Líbano.


Publicado em 21/02/2026 22h10


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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