
O regime iraniano está exausto, profundamente desgastado e lutando apenas para sobreviver
É assim que fontes de inteligência em Israel descrevem o comportamento do governo dos aiatolás nos últimos dias, a ponto de atribuírem ao regime um claro “instinto suicida”.
Tudo começou depois de uma operação conjunta de grande escala entre Israel e Estados Unidos em solo iraniano, batizada de “Shagat HaAri”. Nesses ataques, mais de mil membros da Guarda Revolucionária Islâmica foram eliminados, causando uma destruição sem precedentes no país. Bombardeiros americanos B-1 e B-2 atuaram com enorme volume de armamento, superando em intensidade e alcance qualquer ação anterior.
Diante desse golpe devastador, a reação do Irã surpreendeu os analistas israelenses pela sua irracionalidade. Em vez de concentrar os contra-ataques exclusivamente contra Israel, como ocorreu em episódios passados, o regime lançou mísseis contra sete países árabes – inclusive nações tradicionalmente aliadas, como Omã e Catar – e chegou a atingir a ilha de Chipre, território da União Europeia. Curiosamente, foram disparados mais mísseis contra os Emirados Árabes Unidos do que contra o próprio Israel. Quando os alvos escolhidos foram em território israelense, o foco recaiu sobre centros populacionais densos, com a evidente intenção de abalar o ânimo da população civil e minar o moral da sociedade.
Para os especialistas de inteligência israelenses, o regime dos aiatolás age hoje como uma fera ferida: cansada, sem qualquer lógica racional, movida apenas pela necessidade desesperada de sobreviver e preservar seus valores ideológicos, mesmo que isso signifique ações catastróficas e autodestrutivas. Eles afirmam que Teerã perdeu completamente o controle, “enlouqueceu? e passou a adotar posturas abertamente suicidas. Há a percepção de que o Irã pode buscar uma trégua a qualquer preço, apenas para ganhar tempo e recuperar o fôlego, sem qualquer intenção genuína de honrar acordos de cessar-fogo no futuro.
Enquanto isso, o Mossad intensifica sua campanha psicológica, publicando mensagens diretas no Telegram dirigidas ao povo iraniano, em especial às mulheres que têm demonstrado enorme coragem ao enviar fotos, vídeos e informações sobre alvos do regime. As mensagens agradecem essas colaborações e afirmam que cada imagem de um símbolo do governo sendo destruído aproxima o momento da queda definitiva do regime. “Vocês são parceiros centrais e reais na construção do futuro novo do Irã”, dizem os textos, incentivando as pessoas a continuarem enviando materiais mesmo que a internet seja cortada. Circulam relatos de que agentes de repressão estão fugindo em pânico e de que o colapso interno se acelera a cada dia.
Na avaliação de Israel, o regime iraniano se encontra em estado crítico: isolado regionalmente por suas próprias ações agressivas, sem capacidade de recuperar o controle da situação e cada vez mais fraco internamente. Essa combinação de extrema fraqueza e desespero pode levar a decisões ainda mais imprevisíveis e perigosas nos próximos dias.
Publicado em 03/03/2026 17h46
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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