Mísseis iranianos atingem israel e força aérea contra-ataca

Paramédicos da Magen David Adom no local de um impacto de míssil, 9 de março de 2026. (Crédito da foto: MAGEN DAVID ADOM)

#Irã 

O conflito no Oriente Médio ganhou proporções ainda mais graves nesta segunda-feira, 9 de março de 2026, marcado por intensos ataques mútuos entre Irã e Israel, com reflexos em diversos países da região

A crise explodiu após uma operação conjunta israelense e americana que eliminou o aiatolá Ali Khamenei em um bunker subterrâneo em Teerã, matando também o ministro da Defesa iraniano e vários altos comandantes da Guarda Revolucionária. Esse foi o maior ataque aéreo já realizado pela Força Aérea de Israel contra o território iraniano.

Em retaliação, o Irã disparou uma onda maciça de mísseis balísticos e drones contra Israel, bases americanas e nações do Golfo Pérsico. Em território israelense, sirenes ecoaram por todo o país e um fragmento de míssil iraniano caiu no centro do país, ferindo moderadamente uma mulher devido a estilhaços e pedras lançadas pela explosão. Ela foi atendida rapidamente pelo Magen David Adom e levada ao hospital em estado estável. Desde o sábado, os ataques iranianos já deixaram dois soldados israelenses e dez civis mortos, além de pelo menos 1.474 feridos.

Israel respondeu com novos bombardeios aéreos, incluindo ataques ao Quartel-General Aeroespacial iraniano – usado para lançamentos de satélites que poderiam servir a propósitos nucleares – e a posições do Hezbollah em Beirute. O Exército israelense afirmou que continuará perseguindo qualquer sucessor de Khamenei e declarou ter destruído a maior parte dos lançadores de mísseis do Irã.

Enquanto isso, o regime iraniano anunciou Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder supremo, como novo aiatolá supremo, apesar da tradição que evita sucessões hereditárias. As Forças Armadas e a Guarda Revolucionária declararam lealdade total, com frases duras como “os inimigos do Islã vão se arrepender”. A nomeação provocou alta imediata nos preços do petróleo, por receio de bloqueios no Estreito de Ormuz.

Os ataques iranianos se espalharam além de Israel: instalações nos Emirados Árabes Unidos sofreram danos em uma refinaria de petróleo, residências no Bahrein foram atingidas (ferindo 32 civis), e houve impactos também no Iraque, Arábia Saudita, Kuwait e Qatar. Bases americanas na região foram alvos, resultando na morte de sete militares dos EUA. Relatos mencionaram drones em direção ao enclave de Nakhchivan, no Azerbaijão, mas o presidente iraniano negou envolvimento e prometeu investigar.

Outros desenvolvimentos incluem navios iranianos deixando um porto chinês possivelmente carregando combustível para mísseis, alertas de curdos sírios aos curdos iranianos para não confiarem nos Estados Unidos (lembrando abandonos anteriores), e aviões militares americanos pousando no Reino Unido, provavelmente rumo ao Oriente Médio.

A região segue em altíssima tensão, com operações militares ativas e o risco real de uma escalada ainda mais ampla.


Publicado em 09/03/2026 05h28


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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