
Nesta sexta-feira, Israel realizou ataques aéreos contra duas importantes instalações relacionadas ao programa nuclear iraniano
Segundo informações confirmadas pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), os alvos incluíram o reator de água pesada de Khandab, localizado em Arak, e a instalação de enriquecimento de urânio em Ardakan. A mídia estatal iraniana também mencionou ataques a uma instalação de pesquisa de armas químicas.
O reator de Arak é uma instalação sensível há anos, pois pode produzir plutônio, material usado em armas nucleares. Já a planta de Ardakan é responsável pela produção de “yellowcake”, uma forma concentrada de urânio que serve como matéria-prima para o enriquecimento. Esses ataques acontecem em meio a uma escalada de tensões entre os dois países, que já trocaram ataques diretos nas últimas semanas.
De acordo com relatos da agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), os golpes teriam sido realizados tanto por Israel quanto pelos Estados Unidos, em ações separadas contra o reator de Khandab. O Irã acusou os dois países de estarem por trás dos bombardeios. No entanto, até o momento, não houve confirmação oficial de participação americana por parte de Washington ou do Pentágono.
As Forças de Defesa de Israel confirmaram os acertos nos alvos em Arak e Ardakan, além da instalação química. O Exército israelense não forneceu mais detalhes sobre os danos causados, e o Jerusalem Post tentou obter comentários adicionais da IDF, mas ainda não recebeu resposta.
Em reação aos ataques, a Guarda Revolucionária Iraniana prometeu retaliar com força. A IRGC declarou que vai responder contra empresas e instalações alinhadas a Israel e aos Estados Unidos em todo o Oriente Médio. A ameaça sugere que o Irã pode mirar alvos econômicos ou industriais de interesses ocidentais na região, o que aumenta o risco de uma nova rodada de confrontos.
Esse episódio faz parte de um conflito mais amplo que vem se intensificando desde o final de fevereiro, quando Israel e os Estados Unidos realizaram ataques conjuntos contra o Irã. Desde então, Teerã tem respondido com lançamentos de mísseis, alguns deles carregando ogivas de fragmentação (cluster munitions), que representam um desafio extra para os sistemas de defesa israelenses.
A situação permanece em desenvolvimento, com o risco de uma escalada maior no Oriente Médio. Analistas acompanham de perto as possíveis respostas iranianas e as implicações para a estabilidade regional, especialmente considerando o potencial nuclear do programa iraniano, que Israel e seus aliados veem como uma ameaça existencial.
Até agora, não há relatos confirmados de vítimas civis nos locais atacados, mas informações completas sobre os danos ainda são limitadas. O mundo observa com atenção os próximos passos de ambos os lados nesse confronto direto.
Publicado em 28/03/2026 04h02
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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