Trump afirma que os EUA estão perto de concluir os principais objetivos na guerra contra o Irã

O presidente dos EUA, Donald Trump, chega do Salão Azul para discursar sobre a guerra com o Irã no Salão Cruzado da Casa Branca, em 1º de abril de 2026, em Washington. (Foto AP/Alex Brandon, Pool)

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O presidente Donald Trump declarou que os Estados Unidos e Israel estão se aproximando do fim dos objetivos estratégicos centrais na guerra contra o Irã, e que o conflito deve terminar em breve, embora sem uma data exata

Segundo Trump, nas últimas quatro semanas o Irã sofreu golpes rápidos, decisivos e avassaladores, resultando em vitórias de grande escala. Ele afirmou que a Marinha iraniana foi praticamente destruída, a Força Aérea está em ruínas, a maioria dos líderes do país foi eliminada e o comando e controle da Guarda Revolucionária Islâmica está sendo desmantelado. Além disso, a capacidade de lançar mísseis e drones foi fortemente reduzida, enquanto fábricas de armas e lançadores de foguetes são destruídos um após o outro.

A guerra começou em 28 de fevereiro de 2026 e, desde o início, previa-se que duraria entre quatro e seis semanas. Trump explicou que os Estados Unidos continuarão atacando o Irã de forma intensa nas próximas duas ou três semanas, ao mesmo tempo em que mantêm canais de negociação abertos. Ele enfatizou que o objetivo principal sempre foi impedir que o Irã desenvolva armas nucleares, algo que considera uma ameaça intolerável tanto para os Estados Unidos quanto para o mundo.

O presidente lembrou que, desde o início de sua carreira política, prometeu nunca permitir um Irã nuclear. Ele criticou o acordo nuclear negociado na era Obama, que foi desfeito durante seu primeiro mandato, e mencionou a ação de 2020 que eliminou o general Qassem Soleimani. Trump disse preferir a diplomacia, mas que o Irã rejeitou as propostas e tentou reconstruir seu programa nuclear, chegando perto de obter a bomba atômica. Por isso, foram realizadas ações militares, incluindo ataques a instalações nucleares.

Ele agradeceu os aliados da região – Israel, Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein – pelo apoio e garantiu que os Estados Unidos não permitirão que eles sejam prejudicados. Trump observou que, embora a mudança de regime não fosse o objetivo inicial, ela acabou acontecendo de forma natural, pois muitos líderes iranianos foram mortos e os que restaram parecem mais moderados e razoáveis.

Caso não haja um acordo, os Estados Unidos ameaçam atacar todas as usinas de energia elétrica do Irã de forma simultânea e intensa. No entanto, até o momento, instalações de petróleo foram poupadas para evitar que o país consiga se recuperar facilmente. Trump reforçou que qualquer tentativa de retomar atividades nucleares será respondida com novos ataques pesados.

O presidente descreveu o conflito como um investimento no futuro das crianças e netos, que trará mais segurança e prosperidade aos Estados Unidos ao eliminar a ameaça iraniana de agressão e chantagem nuclear. Ele comparou a operação atual a outras guerras americanas que duraram anos, destacando que esta tem sido extremamente eficaz e rápida.

Do lado iraniano, o presidente Masoud Pezeshkian enviou uma carta afirmando que o Irã não tem inimizade com o povo americano e questionando os motivos da guerra. As autoridades iranianas dizem estar prontas para qualquer ataque e mantêm o Estreito de Ormuz fechado, o que tem afetado o mercado global de petróleo e elevado os preços.

Trump, porém, afirmou que o estreito será reaberto naturalmente quando o conflito terminar e que os Estados Unidos têm todas as cartas na mão, enquanto o Irã praticamente não tem mais nenhuma.

No momento, a guerra segue em andamento, com os objetivos estratégicos centrais muito próximos de serem cumpridos.


Publicado em 02/04/2026 09h05


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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