
Na região montanhosa de Sweida, no sul da Síria, conhecida como Jabal Bashan, a comunidade drusa vive dias de terror
Civis inocentes, incluindo muitas mulheres e crianças, estão no centro de ataques que atingem suas casas, vilarejos e áreas residenciais. O que deveria ser uma zona de relativa calma após anos de instabilidade virou palco de bombardeios aéreos e disparos aleatórios que colocam em risco a vida de famílias inteiras. Dois relatos recentes, vindos diretamente da região, mostram uma realidade preocupante: a população civil drusa está sendo atacada.
No dia 2 de maio de 2026, a Jordânia realizou uma série de ataques aéreos em várias vilas drusas. O governo jordaniano justificou a ação dizendo que mirava redes de tráfico de drogas. No entanto, moradores e forças locais garantem que a maioria dos alvos eram casas comuns, terras agrícolas e áreas habitadas por civis sem qualquer ligação com o crime organizado. O resultado foi pânico generalizado. Famílias correram para proteger as crianças enquanto explosões sacudiam as vilas fronteiriças. Muitos lares foram danificados e o medo se espalhou rapidamente entre quem só queria viver em paz.
O Comando da Guarda Nacional de Jabal Bashan – Sweida divulgou uma declaração clara e firme. Eles rejeitam veementemente a falta de coordenação prévia com as autoridades locais. Segundo o documento, as verdadeiras fontes de produção e tráfico de drogas ficam em áreas controladas pelo regime de Damasco e por milícias vizinhas. Sweida, ao contrário, vive sob forte cerco e não tem infraestrutura para esse tipo de atividade. As forças locais já prenderam traficantes e interceptaram carregamentos, inclusive com provas de que as drogas vêm de fora da região. Para eles, os ataques jordanianos parecem mais um recado político do que uma operação precisa contra o crime. Eles pedem uma investigação internacional transparente, indenização para as famílias afetadas e que a pressão seja feita sobre as verdadeiras redes de tráfico.
Enquanto isso, outro vídeo gravado na mesma região mostra forças da autoridade temporária síria disparando metralhadoras pesadas de forma aleatória sobre os bairros residenciais do lado oeste de Sweida. As balas traçantes explodem no céu noturno acima das casas, criando um espetáculo de terror para quem mora ali. Não há alvo militar claro – apenas pânico entre moradores comuns que já sofreram o suficiente com anos de conflito.
A população civil drusa, que sempre defendeu sua terra e sua identidade pacífica, está sendo duplamente castigada. De um lado, bombas vindas do céu sob pretexto de combate ao tráfico; de outro, disparos sem controle de forças que deveriam proteger o território. Crianças acordam com o barulho de explosões, mães correm para esconder os filhos e idosos veem suas casas danificadas sem motivo aparente. Os drusos de Sweida não são parte de nenhuma milícia poderosa nem controlam rotas de drogas – eles são agricultores, professores, pais e mães que querem apenas segurança para seus filhos.
Esses episódios recentes revelam uma situação grave e urgente. Atacar áreas civis sem coordenação e com inteligência duvidosa não resolve problemas; apenas multiplica o sofrimento. A comunidade drusa de Sweida pede, mais uma vez, que o mundo olhe para o que está acontecendo: não é uma operação contra o crime, é um ataque direto à vida de civis inocentes. Transparência, diálogo e proteção imediata aos moradores são o mínimo que se espera para que a paz volte a essa terra antiga. Enquanto isso, as famílias drusas continuam rezando para que o próximo dia não traga mais bombas sobre suas casas. A população civil drusa de Sweida está sendo atacada – e o silêncio não pode continuar.
Publicado em 04/05/2026 04h13
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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