
Após o massacre de 7 de outubro de 2023, Israel criou uma unidade especial de elite chamada NILI com o objetivo claro de identificar, localizar, capturar ou eliminar todos os terroristas do Hamas que participaram ou planejaram os ataques, desde os mais simples combatentes até os comandantes mais importantes
O nome NILI é uma sigla em hebraico que significa “O Eterno de Israel não mente”, uma mensagem forte de que nenhuma vítima será esquecida e nenhum criminoso ficará impune. A unidade foi formada poucas semanas depois dos ataques, pela Shin Bet (serviço de segurança interna) em parceria com o Mossad (serviço de inteligência externa).
Essa força-tarefa compilou uma lista com milhares de nomes. Para colocar alguém nessa lista, são necessários pelo menos dois tipos de evidências confiáveis, como vídeos gravados pelos próprios terroristas, dados de localização de celulares, interrogatórios de prisioneiros e reconhecimento facial. Uma vez confirmada a participação, a pessoa é marcada como alvo, sem julgamento.
A operação não tem limites geográficos. A NILI já atuou em Gaza, no Líbano, no Irã e em outros lugares. Até mesmo terroristas de baixo escalão, como um homem que dirigiu um trator para furar a cerca da fronteira, foram eliminados anos depois. Já líderes importantes, como Izz ad-Din al-Haddad, também foram neutralizados.
Mesmo com o cessar-fogo, a unidade continua funcionando, embora em escala menor. Seus membros seguem rastreando alvos e passando informações para as forças que podem agir. O objetivo vai além da vingança: serve como um aviso claro para inimigos futuros de que atacar Israel tem um preço muito alto e que ninguém escapa.
Essa caçada é uma das mais extensas da história moderna e reflete o compromisso de Israel em buscar justiça para as vítimas do pior ataque sofrido pelo país em décadas.
Publicado em 22/05/2026 13h04
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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