Primeira médica drusa de Israel recebe prêmio por quebrar barreiras

Nadia Heno, à direita, a primeira médica drusa em Israel, consulta uma mulher drusa na clínica de saúde Clalit em Julis, Galiléia Ocidental, em 22 de maio de 2026. (Cortesia)

#Médica Drusa 

Dr. Nadia Khir, a primeira mulher da comunidade drusa a se tornar médica em Israel, foi homenageada com o prestigiado prêmio Habama Shelahen, que reconhece mulheres em posições de liderança no país. Aos 58 anos, ela recebeu a distinção por ter aberto caminhos há cerca de 35 anos, inspirada pela vontade de ajudar as mulheres de sua comunidade.

Desde jovem, Nadia ouvia histórias trágicas de drusas que morriam de hemorragias ou sofriam abortos espontâneos porque se recusavam a consultar médicos homens, devido às tradições religiosas que não permitem que homens toquem mulheres, exceto parentes próximos. Comovida com isso, ela decidiu estudar medicina para oferecer atendimento ginecológico adequado.

Na época, no início dos anos 1990, não existia nenhuma médica drusa em Israel. Estudar fora da comunidade era proibido para as mulheres e poderia levar à expulsão da família da religião. Mesmo assim, Nadia insistiu. Aceita na faculdade de medicina do Technion em 1985, ela só ganhou tranquilidade após conversar com o líder espiritual druso Sheikh Faraj Fadul, que a apoiou e garantiu que sua mãe não seria punida.

Hoje, ela atua como ginecologista em quatro clínicas no norte de Israel e sente orgulho ao ver que já existem cerca de 40 médicas drusas no país. Seu exemplo ajudou mudando percepções antigas e mostrou que educação e determinação podem fortalecer toda uma comunidade.

A premiação destaca não apenas sua conquista pessoal, mas o impacto duradouro que ela causou ao abrir portas para gerações de mulheres drusas.


Publicado em 24/05/2026 03h00


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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