Forças americanas realizam ataques defensivos contra alvos da guarda revolucionária do Irã

Um F/A-18E Super Hornet, pertencente ao Esquadrão de Caça de Ataque (VFA) 14, taxiando no convés de voo do porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN 72), da classe Nimitz, como parte da “Operação Epic Fury”, em 16 de abril de 2026. Crédito: Marinha dos EUA.

#Irã 

As forças dos Estados Unidos realizaram, nesta segunda-feira, uma série de ataques defensivos no sul do Irã

O objetivo foi proteger suas tropas de ameaças diretas impostas por forças iranianas, segundo informou o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).

Os militares americanos destruíram navios iranianos que estavam lançando minas no Estreito de Ormuz, uma via marítima essencial para o transporte de petróleo no mundo, e atingiram locais de lançamento de mísseis. Um oficial sênior dos EUA confirmou que os ataques eliminaram dois vasos da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) usados para colocar minas e um site de mísseis superfície-ar em Bandar Abbas, que vinha sendo empregado para mirar aviões de combate americanos.

O porta-voz do CENTCOM, capitão Tim Hawkins, explicou à Fox News que as ações foram de legítima defesa. Ele reforçou que os Estados Unidos continuam protegendo suas forças, mas agem com contenção durante o cessar-fogo temporário que está em vigor com o Irã. Duas fontes bem posicionadas consultadas pela emissora destacaram que esses ataques não significam o fim do acordo de trégua com Teerã.

Enquanto isso, as negociações diplomáticas entre Washington e Teerã seguem em andamento. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou a repórteres que as conversas ainda podem levar alguns dias. Ele enfatizou que os Estados Unidos darão todas as chances à diplomacia antes de considerar outras medidas contra o regime iraniano.

Rubio, que falava de um avião durante visita oficial à Índia, foi claro sobre a importância do Estreito de Ormuz: “O estreito tem que estar aberto, ele vai estar aberto de uma forma ou de outra”. Ele classificou as ações iranianas como ilegais, insustentáveis para o mundo e inaceitáveis. Naquele dia, havia conversas em andamento no Catar, e o secretário demonstrou esperança de progresso. “É uma troca de ideias sobre a linguagem específica do documento inicial”, completou, lembrando que o presidente Donald Trump quer um bom acordo ou nenhum acordo.

O urânio enriquecido (poeira nuclear!) será imediatamente entregue aos Estados Unidos para ser repatriado e destruído ou, preferencialmente, em conjunto e coordenação com a República Islâmica do Irã, destruído no local ou em outro local aceitável, com a Comissão de Energia Atômica, ou equivalente, como testemunha deste processo e evento. Agradeço a sua atenção a este assunto! Presidente DJT

Trump, por sua vez, usou sua rede social Truth Social para reforçar sua posição. Ele reiterou que o Irã deve entregar seu urânio enriquecido como parte de qualquer acordo. O presidente escreveu que esse “pó nuclear? deve ser entregue imediatamente aos Estados Unidos para ser destruído ou, preferencialmente, ser eliminado no próprio local em coordenação com o Irã, com testemunhas do processo. Em outra publicação, ele rebateu críticas ao possível acordo, afirmando que ele será “grande e significativo? ou simplesmente não existirá.

Os termos em discussão incluem a reabertura do Estreito de Ormuz, o alívio de sanções para que o Irã volte a exportar petróleo e o compromisso iraniano de não avançar em seu programa nuclear.

Esses eventos acontecem em um momento de tensão equilibrada com esforços diplomáticos. Os Estados Unidos buscam proteger seus interesses e suas tropas sem interromper as negociações que podem levar a uma solução mais ampla e duradoura na região. A ação militar pontual mostra determinação em responder a ameaças imediatas, enquanto a diplomacia continua ativa para evitar uma escalada maior.

O episódio reforça a complexidade da relação com o Irã, onde segurança, economia global e estabilidade regional se entrelaçam. O mundo acompanha de perto os próximos passos, torcendo para que o equilíbrio entre força e diálogo prevaleça.


Publicado em 26/05/2026 11h10


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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