
Durante uma reunião do Gabinete de Segurança de Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu informou aos ministros que, caso o Hezbollah aceite o acordo de cessar-fogo em negociação, ele levará o texto para aprovação do colegiado
A declaração veio em meio a uma discussão tensa sobre a guerra no Líbano. Vários ministros se mostraram insatisfeitos com a possibilidade de um acordo e defenderam uma postura mais dura. O ministro da Energia, Eli Cohen, afirmou que um país normal teria destruído completamente o inimigo. Outros, como Ze”ev Elkin, Orit Strook e Yitzhak Wasserlauf, argumentaram que o Hezbollah não deseja realmente a trégua, que Israel precisa mudar a situação na fronteira e que não se deve ceder apenas para agradar os americanos.
O ministro de Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, sugeriu de forma irônica que Netanyahu levasse crianças das cidades do norte para mostrar a Donald Trump a necessidade de uma ação militar forte contra o grupo. Por outro lado, o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, considerou que um cessar-fogo nessas condições seria uma grande conquista.
Netanyahu esclareceu que, no momento, não existe acordo porque o Hezbollah rejeitou as propostas. “Se eles concordarem, eu trarei o texto para a aprovação de vocês”, reforçou.
A conversa reflete as divisões internas no governo israelense sobre como encerrar o conflito no Líbano.
Publicado em 05/06/2026 10h10
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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